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Hoken • 9 meses atrás

Vlw Akita! tu é foda demais

Pirata do submundo • 9 meses atrás

Seguindo este trecho:

“O problema é que vocês acham que nem nós sabemos tudo sobre I.A., que existe uma camada misteriosa dentro do modelo que funciona sem que nós saibamos como funciona.”

Em nenhuma arq de Rede Neural existe um Daemom efetuando Tasks?

Robô.py • 11 meses atrás

A verdade é que nós humanos gostamos de viver em mitos e fantasias, enquanto tem gente grauda ganhando rios de dinheiro com isso.

A IA hoje nada mais é que uma evolução de ferramentas já existentes, sejam buscadores de internet, autocompletores... tudo isso com uma grande tendência a falha.

Mas vamos surfar no hype.

A única coisa que não sai de moda é a base.

Emenegildo Marques • 11 meses atrás

Concordo, a ideia de uma AGI como a Skynet ainda está mais na ficção científica do que na realidade. Apesar dos avanços impressionantes em IA, estamos longe de alcançar uma inteligência realmente geral, autônoma e consciente. Por enquanto, seguimos lidando com IAs especializadas e dependentes de dados humanos.

Leonardo Momente • 11 meses atrás

Obrigado pelo artigo, Akita!

Max Gama • 11 meses atrás

Difícil ver alguém citar o Godel. Ajuda bem na prevenção de "pretenciosas alucinações tecno-cientificistas"

Fernando Uchiyama • 11 meses atrás

Akita, eu sinto falta nas discussões de IA, ninguém faz um paralelo das IAs com o funcionamento do cérebro humano. Por exemplo, Sigmund Freud colocava que temos o Id, Ego e Superego. Fazendo um paralelo, eu diria que as IAs hoje são o Ego. Faltam outras peças nessa arquitetura, com certeza falta o Id, o que seria na visão do Freud um cérebro primitivo que poderia fazer com que a IA ganhe vida de verdade.

Uma outra arquitetura, na visão do Cérebro Trino, temos o cérebro dividido em Neocortex, Límbico e Reptiliano. Eu vejo que as IAs hoje são o cérebro Neocortex. Nessa vertente, está faltando o Límbico para que a IA ganhe vida.

O que eu fico mais assustado é que o Id e o cérebro Neocortex são teoricamente os cérebros mais complexos e difíceis de criar. Se já conseguimos replicar o funcionamento destes, replicar o funcionamento de cérebros mais simples e primitivos deveria ser mais fácil.

Portanto, vejo que é questão de tempo para que Sam Altman, Dario Amodei, Sundar Pichai, Mark Zuckerberg, LeCun, Illya Sutskever, Satya Nadella ou qualquer outra personalidade tenha essa sacada e consiga completar essa arquitetura, e deveremos chegar na AGI ou Super Inteligência em breve.

Irineu Silva • 11 meses atrás

Já existe um modelo de neurônio artificial que tenta replicar um neurônio biológico, até onde se conhece. No entanto, ele é muito pesado para rodar e provavelmente inviável de treinar em uma rede com muitos desses neurônios. Além disso, as arquiteturas de redes neurais atuais simulam apenas uma das capacidades do nosso cérebro: a associação. Como o Akita explicou, ainda estamos muito longe.

AkitaOnRails • 11 meses atrás

e não. como eu disse no artigo, não estamos nem perto de nada que seja "vontade própria" - requisito pra AGI. não há programação nenhuma que fizemos que permite isso. simplesmente não vai acontecer nesta arquitetura.

AkitaOnRails • 11 meses atrás

faz sim, leia as pesquisas de Yann LeCun por exemplo. Mas você misturou Freud (que é ultrapassado) com neurobiologia (que seria o correto). Cuidado com misturar um monte de jargão. I.A. atual não tem nada a ver com cérebro de verdade, nem uma fração. Ele é um "simulador" assim como um GTA V não é uma cidade de verdade. É essa a escala.

Fernando Uchiyama • 11 meses atrás

As GenAIs atuais precisam de um "controlador". Está faltando esse "controlador", que baseado nas suas vontades, usaria a GenAI, faria interface com ela, para tomar decisões e depois tomaria ações. Mas é preciso de uma outra peça nessa arquitetura que seja capaz de ser esse gerador de vontades.

Carlos Frederico • 8 meses atrás

Não tem nada de "vontades" aí. "IA" atual não passa só de um analisador estatístico avançado com gerador de tokens que "parecem" fazer sentido para nós.

Suponhamos que consigamos criar um "controlador de vontades", qual seria o resultado? A limitação continua, pois quando falamos de IA, o conceito computável continua sendo o mesmo de 50 anos atrás.

Vou mais longe: quando falamos de algoritmos de aprendizado, eles sempre fazem por tentativa e erro, padrões, semelhanças, pegando sempre o melhor resultado. Mas o que de fato define o que é melhor? Nunca há uma inferência real.

Como o texto bem explica, não temos nem a menor noção de fato de como funciona a nossa inteligência. E nem é questão de ser arrogante, ou seja, achar que somos superiores não... a Natureza é linda! rs.

MPinazo • 12 meses atrás

Excelente artigo, Akita! Parabéns por fazer o que poucos têm feito: dissipar a neblina conceitual que tem ofuscado o debate sobre IA. Enquanto muita gente se entrega ao hype sensacionalista, você trouxe lucidez, contexto histórico e um rigor técnico que fazem falta nessa discussão. As analogias com os ciclos anteriores de pânico tecnológico (mainframe, internet, mobile) foram perfeitas pra colocar tudo em perspectiva. Texto direto, bem fundamentado e essencial pra quem quer enxergar além das manchetes alarmistas. 👏

Kledir Oliveira • 12 meses atrás

Quem sabe em breve teremos um vídeo do Akita falando sobre a bolha das IAs, a realidade é que enquanto tiver dinheiro entrando sempre vão ter essas ideias de que as IAs vão dominar o mundo, mas quando começar a próxima resseção que não está longe, essa bolha vai estourar.