Me espanta de forma alarmante a coerência com que Asimov escreveu este conto, de forma simples, mas objetiva ele preenche nossas mentes com algo tão plausivel quanto assustador. Realmente a questão entrópica é uma questão que nos leva a um passo de nossa própria extinção, não somente a extinção como seres humanos mas quanto a nosso próprio universo. Quanto mais o tempo passa mais compreendemos que nosso universo é um singularidade incrivelmente complexa. O que pode ser interpretado como um paradoxo nos leva a reflexões que nossas mentes primitivas não são capazes de compreender. Este conto essencialmente nos tras uma questão insolúvel hoje mas de grande importância para nosso amanhã. Parabéns pela tradução.