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  • Antonio Carlos Lima

Antonio Carlos Lima

1 year ago

in De cara nova, desta vez em definitivo (sério!!) on BlogueIsso!
Parabéns pelo novo tema! Muito bonito! Só falta incluir o condomínio, né?

1 year ago

in Salve Salve o Blogatlas on BlogueIsso!
Leonardo, muito obrigado pela ajuda com o Blogatlas! Sugestão anotada! Grato!

1 year ago

in E o ProTrema vai para… on BlogueIsso!
Se alguém tiver curiosidade em saber, aí vai a ficha do ganhador do ProTrema:



Marcelo Guimarães Bloc


E-mail: marcelobloc@hotmail.com


Data de Nascimento: 2 de abril de 1981


Reside em Fortaleza


Torcedor do Fortaleza




Não vou publicar o endereço do rapaz aqui, com número do apartamento e tudo, porquê isso não interessa.




O telefone dele? Vocês podem tentar as milhares de combinações existentes para o prefixo 3264 de Fortaleza.




Estou publicando estas informações para mostrar que nada, absolutaente nada é secreto na internet. Contudo, o Marcelo Guimarães Bloc, até que se prove o contrário, não tem culpa do que ocorreu com este concurso. Exceto pelo fato de ter enviado um poema chamado \"Prosa\" (???) e fora das regras estabelecidas. Até que se prove o contrário, é claro!

1 year ago

in E o ProTrema vai para… on BlogueIsso!
Convido todos os participantes da promoção a postarem aqui os seus textos, de modo que possamos conhecer o que há de tão grave neles a ponto de serem dados como ganhadores dois que não seguem as regras estabelecidas. Começo pelo meu:





O trema: mais um pedaço da língua que se vai




Antiqüíssimo. Assim é o trema. É verdade que já foi mais freqüente, antigamente havia até mesmo em palavras como païsinho (para que a leitura fosse pa-i-si-nho e não pai-si-nho). Esta aplicação foi abolida em 1971, em uma pequena reforma lingüística. Vê-se que não é de hoje que a língua – e o trema – passam por ajustes. Lingüistas sempre se dividiram entre os que apóiam o trema e os que acham que ele deveria sumir de vez da língua falada e escrita. O trema dá impressão de eloqüência, é verdade. Mas complica também, admito.




Lembro-me da época em que, nas aulas de língua portuguesa, a professora incluía, na argüição, palavras com trema: “iniqüidade, eqüestre, eqüilátero, deságüem, conseqüente, Anhangüera”. Era uma confusão. Sempre tinha uma ou outra palavra escrita onde eu havia esquecido de colocar o tal trema. E aí quem “tremia” era eu. De raiva. Decidi aprender, esforcei-me e, conseqüentemente, aprendi. Depois disso, a professora podia até mesmo mandar formar frases com palavras com trema: “O pingüim foi seqüestrado, mas o cachorro que comia lingüiça alcagüetou”. Frase péssima, eu sei. Mas era o que dava pra fazer com meu pequeno vocabulário infantil de histórias em quadrinhos.




Agora, com a nova mudança lingüística que se aproxima, o trema vai sair de vez. “Inconseqüentes!”, dizem alguns. “É inexeqüível!”, dizem outros. Não sei aonde vai levar essa decisão. Dizem os grandiloqüentes que esse “enxágüe” é necessário, pois há muito “sabão” na língua. Pode ser. Porém, temo que a língua torne-se por demais exígua e até mesmo míngüe. Não simplesmente pela perda das suas características, mas também pela inserção indiscriminada e cada vez mais freqüente de elementos de outras línguas. Sai o trema, entra o estrangeirismo. Será que ela - a língua portuguesa - vai agüentar? Ou estamos andando a passos largos para o empobrecimento da mesma?



É certo que a freqüência de muitos acentos e sinais confunde. Mas a raiz do problema não é a quantidade de acentos ou sinais freqüentes em uma língua. A raiz do problema é a delinqüência oficializada com esta mesma língua. Delinqüência, sim! Ou como poderei classificar o ensino da língua portuguesa hoje? As crianças não são levadas a pensar o que escrevem, nem a escrever o que pensam. Tornaram-se meras máquinas de repetição, oprimidos pela inconseqüente generalização e banalização das informações transmitidas. Não conhecem a razão da existência dos sinais nem de muitos outros elementos da língua. Pergunte a um jovem o que é uma letra bilabial e ele responderá: “bila... o quê?”. E viva as conversas “limpas” de acentuação e coordenação, reinantes nos programinhas de mensagens instantâneas. oU VAI dize Ki vUxXxE nUNCaH VIU algUeM Tc AXXim??!?!




Na escola, os alunos nem são argüidos mais! “Que saudade da professorinha”, diria Ataulfo Alves... A conseqüência? Sei que vou exagerar (ou não?), mas estamos criando o terreno para futuras gerações de jovens quase eqüinos, lingüisticamente falando. Bem... Talvez não seja de todo mal ou estranho... Afinal, não é necessário ser muito mais que isso pra se chegar à Presidência da República, não é?

1 year ago

in E o ProTrema vai para… on BlogueIsso!
Leonardo, quanto à sua colocação \"Há uma diferença entre aquele que segue a regra e aquele que vence\", quero deixar registrado que eu penso diferente. Não há diferença alguma entre o que segue as regras e o que vence, porquê só pode ser vencedor aquele que segue as regras. Isso é condição indiscutível em qualquer competição, de qualquer natureza, oficial ou não. Ganhar sem seguir as regras não é vencer. É fraudar. Sei da sua honestidade e que não foi sua intenção criar tal situação para uma promoção que você mesmo criou. Sei que você não teve o desejo de desrespeitar qualquer participante. Contudo, a realidade é que, a despeito das boas intenções, o que houve foi o desrespeito às regras estabelecidas. Estabelecidas por você, que fique bem claro. E não se desrespeita as regras sem se desrespeitar quem as segue.



Não sei porquê alguém, sabendo da condição necessária do número mínimo de caracteres, ainda assim mandaria um texto abaixo desse limite míimo. Não sei porquê esse mesmo texto que não contempla as regras, seria proclamado vencedor. Também não sei porquê agora você apresenta um outro texto que está fora das regras como o que seria o vencedor caso suas regras fossem seguidas \"ao pé da letra\". Sim, mais um texto fora das regras, pois o mesmo apresenta muitos tremas, mas nenhum em palavras com trema (aliás, não há uma só palavra em que se possa usar o trema corretamente nesse texto).




Há uma coisa, porém, que eu sei: até agora, os participantes que seguiram as regras e confiaram na promoção não receberam um pedido de desculpas sincero. Racionalizar o erro não é a solução. Respeitar a inteligência e a boa-fé alheias é.

1 year ago

in E o ProTrema vai para… on BlogueIsso!
Acredito que não entendi direito as regras do jogo. Eram elas:



\"Como concorrer: com um texto, sobre qualquer assunto, mas que use e abuse do trema, ou seja, quanto mais trema mais chances de ganhar.




Tamanho do texto: mínimo de 2 mil caracteres, máximo de 4.\"




A realidade é que o texto escolhido (que na verdade é um poema e não um texto no sentido estrito da palavra), não tem sequer 850 caracteres!




E, como já foi observado em outro comentário, tem poucas palavras com trema. Menos de 20 tremas no \"texto\" é muito pouco, né não? No meu texto eram 35. E acho que tem gente que fez mais...




Da próxima vez eu pergunto antes quais, dentre as regras anunciadas, realmente valem. Porque essas não foram levadas em conta, certamente.

1 year ago

in Participe do ProTrema e ganhe um Houaiss eletrônico e um pen drive de 1gb on BlogueIsso!
Texto enviado! Vamos aguardar o resultado e viva a língua portuguesa!

1 year ago

in A tecnologia economiza o tempo? De quem? on BlogueIsso!
Parabéns, Leonardo!



Quem - neste nosso mundo conectado - nunca sentiu isso que você descreveu tão bem? Eu já!




A questão é: é reversível?




Tenho minhas dúvidas...
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