Maria
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1 year ago
in Fiel também é um bicho chato on BlogueIsso!
Uma boa tarde!
Como esta hoje, dia das mães?
Grata por responder meu post.
O segundo livro que você cita (Cronologia das Ciências e das Descobertas) ainda não tive o agrado de ler. Aqui na minha cidade é um pouco difÃcil encontrar as obras de Asimov, mas mesmo assim já li um pouco mais que você.
As perguntas deixadas por Isaac Asimov sempre me inquietam como, por exemplo, quando ele se/e pergunta o que é um ser humano, onde começa, onde termina?
Seria o cérebro, as lágrimas, o ato de mentir, de perdoar? A finitude da vida como aborda o conto O homem bicentenário?...
O que pensa você Leonardo Fontes? O que faz de você de nós humanos e nos diferenciará post biogenética dos robôs?
De certa feita eu tive acesso a um artigo cujo autor começava questionando âSe você for à rua e perguntar as pessoas se elas são humanas todas dirão que sim e te olharam até com o ar de ofendido. Mas, se você parar para pensar verá que se questiona se é humano ou não dependendo das ações (?), e reações (?) que tenha ou venha a ter ao longo da existênciaâ?.
Abaixo cito um pouco de robótica, ficção cientÃfica e claro Asimov.
âSomos o único ser historicamente relacionado que faz uso de todos os meios para criar um ser mais inteligente, mais forte, mais criativo, mais resistente e tudo o âmaisâ?... do que ele próprio.
...Deus criou os anjos, os elementais, os animais, as aves... o homem e a mulher e a nenhum criou maior ou melhor que a Si próprio. O que leva o homem a querer ser sempre menos?
Sendo que ao criar o princÃpio séria âmaisâ?, um ledo engano de uma fábula-lenda-cientÃfica-robótica.
â... e Deus dará alma à criação do homem?... ou será o outroâ??â?â
Maria Machado
Algumas leis referentes ao trato dos robôs com os humanos que foram criadas por Isaac Asimov já estão em uso ou em vias de ser incorporadas em um ou dois paÃses (Japão, Indonésia).
O escritor de ficção cientÃfica britânico Arthur C. Clarke formulou três leis que tratam da relação entre o homem e a tecnologia, são elas:
1. Quando um cientista distinto (renomado) e experiente (de mais idade) diz que algo é possÃvel, ele está quase certamente certo. Quando ele diz que algo é impossÃvel, ele está muito provavelmente errado.
2. O único caminho para desvendar os limites do possÃvel é aventurar-se além dele, através do impossÃvel.
3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguÃvel da mágica.
As leis de Clarke geraram várias outras versões, paródias e corolários. O próprio Asimov criou um corolário para a primeira lei de Clarke: "Se o público leigo apóia com fervor uma idéia dita impossÃvel pelo tal cientista distinto e de idade avançada, este último está provavelmente certo." ("Asimov's Corollary", The Magazine of Fantasy and Science Fiction, Fev. 1977)
O fÃsico e escritor de ficção cientÃfica Gregory Benford elaborou uma versão alternativa da terceira lei: "Qualquer tecnologia distinguÃvel da magia é insuficientemente avançada." (Foundation's Fear, 1997)
Quando Isaac Asimov escreveu as três leis da robótica, em I, Robot de 1950, ainda não existiam os robôs de indexação e nem a internet como a conhecemos.
Esse conto, Eu, Robô, faz parte de uma coletânea que é formada por 9 contos, em geral centrados em conflitos relacionados com as Três Leis. São eles:
1. Robbie, a história de um robô babá mudo e de seu relacionamento com a menina Gloria. Detalhe: a historia se passa em 1998.
2. Brincadeira de Pegar, onde Asimov nos apresenta a famosa dupla Powell e Donovan, que viriam a protagonizar várias historias da coletânea. Nesse conto, que tem Mercúrio de 2015 como cenário, conhecemos o robô Speedy, que teve a Terceira Lei reforçada em seu cérebro positrônico, causando consequências inesperadas.
3. Razão, outro conto com a dupla Powell e Donovan. Dessa vez nossos herõis estão numa estação espacial de captação de energia solar para envio para a Terra. Um novo modelo de robô, Cutie, é levado desmontado para a estação e lá montado para ser testado como controlador de foco do feixe de energia para a Terra. Só que para Cutie, que nunca conhecera a Terra, o mundo era só a estação. Usando a irretorquÃvel lógica de seu cérebro positrônico, prova cartesianamente que um ser sofisticado e eficiente como ele nunca poderia ter sido criado por primitivos humanos. Powell e Donovan têm que lidar com o problema enquanto uma perigosa tempestade de eletrons se aproxima.
4. Pegar o Coelho, a terceira aventura da dupla Powell e Donovan, onde conhecem Dave, um robô lider de um grupo de robôs, como se ele fosse o cérebro por tras de uma mão, e cada robô subordinado, um dedo. Dave apresenta comportamento estranho, quase neurótico, quando está sozinho com seus robôs-liderados, sem a presenca de humanos. Powell e Donovan têm que descobrir o motivo.
5. Mentiroso!. Para muitos, o melhor conto do livro. Nesse conto, que se passa em 2021, conhecemos com mais profundidade a famosa robopsicóloga Dra. Susan Calvin, da super-poderosa empresa U.S. Robôs e Homens Mecânicos, que tem que descobrir como e por que foi criado inadvertidamente Herbie, um robô capaz de ler pensamentos. Asimov desenvolve bem o personagem de Susan nesse conto.
6. Pobre Robô Perdido, outro conto com a Dra. Calvin, onde conhecemos Nestor, um robô que teve a Primeira Lei enfraquecida em seu cérebro positrônico, causando, como sempre, consequências não previstas, inclusive o fato inédito de robôs mentindo para humanos. Susan Calvin tem que resolver o problema.
7. Fuga!, uma aventura conjunta da Dra. Calvin e da dupla Powell e Donovan. Uma empresa concorrente da US Robôs oferece uma proposta irrecusavel. O super-computador robótico da US Robôs chamado Cérebro teria que resolver um problema que poderia ser a chave da propulsão interestelar. A US Robôs ganharia uma boa quantia mesmo que não resolvesse o problema; e, se resolvesse, lhe seria oferecida parceria na construção da máquina e mais 25% de todos os lucros para sempre. Uma oferta tentadora, exceto por um detalhe: ao tentar resolver o mesmo problema, o super-computador da concorrente quebrou. A quebra parece envolver de algum modo as Três Leis da Robótica. Susan Calvin é chamada para descobrir como o Cérebro pode ser usado nesse problema sem risco de sua destruição. E Powell e Donovan têm que fazer o trabalho sujo.
8. Prova, que se passa em 2032, também é protagonizado por Susan Calvin. Nesse conto vemos como os robôs comecam a mudar a vida social, econômica e até politica da Terra. Robôs humaniformes são quase indistinguÃveis de seres humanos. E vistos com desconfiança. Surge a suspeita de que um famoso jovem polÃtico é na verdade um robô. Susan Calvin é acionada para descobrir se é ou não.
9. O Conflito Evitável, em 2052, é o conto que fecha o livro. Nele descobrimos que as chamadas Máquinas, super-computadores robóticos, na prática governam a humanidade. Grupos fundamentalistas são contra as Máquinas, mas elas aparentemente estão levando a humanidade a uma Idade de Ouro em termos de padrão de vida e de solução de conflitos entre os humanos. Mas parece que as Máquinas estão agora cometendo erros. Isso pode fortalecer os grupos anti-Máquinas. Susan Calvin é chamada pelo Coordenador da Terra para resolver o problema. Como sempre, descobrimos que as Três Leis da Robótica estão envolvidas no mistério, cuja solução nos leva a fechar a última página no livro e ficar meditando sobre o que acabamos de ler. Passamos a ver o mundo de modo um pouco diferente.
Obs: Asimov usa um sistema interessante para dar nomes aos robôs em função de seus números de modelos, com exceção de Robbie (que é um apelido diminutivo de robô). Speedy é um SPD, Cutie é um QT, Herbie é um HB, Dave é um DV e Nestor, um NS.
As leis de Asimov:
1ª lei: um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por inacção, permitir que algum mal lhe aconteça.
2ª lei: um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, excepto quando estas contrariarem a primeira lei.
3ª lei: um robô deve proteger a sua integridade fÃsica, desde que com isto não contrarie as duas primeiras leis.
Mais tarde foi introduzida uma "lei zero":
Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal. Desse modo, o bem da humanidade é primordial ao dos indivÃduos.
*Isaac Asimov nasceu em um gueto (Petrovichi) da cidade russa de Smolensk no dia 02 de janeiro de 1920 . Foi com sua famÃlia para os EUA em 1923 sendo criado em Nova York no bairro do Brooklyn.
Ãbraços, luz e muita paz na sua vida
Cronologia no link abaixo:
http://www.din.uem.br/ia/a_correl/classicos/Pes...
Como esta hoje, dia das mães?
Grata por responder meu post.
O segundo livro que você cita (Cronologia das Ciências e das Descobertas) ainda não tive o agrado de ler. Aqui na minha cidade é um pouco difÃcil encontrar as obras de Asimov, mas mesmo assim já li um pouco mais que você.
As perguntas deixadas por Isaac Asimov sempre me inquietam como, por exemplo, quando ele se/e pergunta o que é um ser humano, onde começa, onde termina?
Seria o cérebro, as lágrimas, o ato de mentir, de perdoar? A finitude da vida como aborda o conto O homem bicentenário?...
O que pensa você Leonardo Fontes? O que faz de você de nós humanos e nos diferenciará post biogenética dos robôs?
De certa feita eu tive acesso a um artigo cujo autor começava questionando âSe você for à rua e perguntar as pessoas se elas são humanas todas dirão que sim e te olharam até com o ar de ofendido. Mas, se você parar para pensar verá que se questiona se é humano ou não dependendo das ações (?), e reações (?) que tenha ou venha a ter ao longo da existênciaâ?.
Abaixo cito um pouco de robótica, ficção cientÃfica e claro Asimov.
âSomos o único ser historicamente relacionado que faz uso de todos os meios para criar um ser mais inteligente, mais forte, mais criativo, mais resistente e tudo o âmaisâ?... do que ele próprio.
...Deus criou os anjos, os elementais, os animais, as aves... o homem e a mulher e a nenhum criou maior ou melhor que a Si próprio. O que leva o homem a querer ser sempre menos?
Sendo que ao criar o princÃpio séria âmaisâ?, um ledo engano de uma fábula-lenda-cientÃfica-robótica.
â... e Deus dará alma à criação do homem?... ou será o outroâ??â?â
Maria Machado
Algumas leis referentes ao trato dos robôs com os humanos que foram criadas por Isaac Asimov já estão em uso ou em vias de ser incorporadas em um ou dois paÃses (Japão, Indonésia).
O escritor de ficção cientÃfica britânico Arthur C. Clarke formulou três leis que tratam da relação entre o homem e a tecnologia, são elas:
1. Quando um cientista distinto (renomado) e experiente (de mais idade) diz que algo é possÃvel, ele está quase certamente certo. Quando ele diz que algo é impossÃvel, ele está muito provavelmente errado.
2. O único caminho para desvendar os limites do possÃvel é aventurar-se além dele, através do impossÃvel.
3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguÃvel da mágica.
As leis de Clarke geraram várias outras versões, paródias e corolários. O próprio Asimov criou um corolário para a primeira lei de Clarke: "Se o público leigo apóia com fervor uma idéia dita impossÃvel pelo tal cientista distinto e de idade avançada, este último está provavelmente certo." ("Asimov's Corollary", The Magazine of Fantasy and Science Fiction, Fev. 1977)
O fÃsico e escritor de ficção cientÃfica Gregory Benford elaborou uma versão alternativa da terceira lei: "Qualquer tecnologia distinguÃvel da magia é insuficientemente avançada." (Foundation's Fear, 1997)
Quando Isaac Asimov escreveu as três leis da robótica, em I, Robot de 1950, ainda não existiam os robôs de indexação e nem a internet como a conhecemos.
Esse conto, Eu, Robô, faz parte de uma coletânea que é formada por 9 contos, em geral centrados em conflitos relacionados com as Três Leis. São eles:
1. Robbie, a história de um robô babá mudo e de seu relacionamento com a menina Gloria. Detalhe: a historia se passa em 1998.
2. Brincadeira de Pegar, onde Asimov nos apresenta a famosa dupla Powell e Donovan, que viriam a protagonizar várias historias da coletânea. Nesse conto, que tem Mercúrio de 2015 como cenário, conhecemos o robô Speedy, que teve a Terceira Lei reforçada em seu cérebro positrônico, causando consequências inesperadas.
3. Razão, outro conto com a dupla Powell e Donovan. Dessa vez nossos herõis estão numa estação espacial de captação de energia solar para envio para a Terra. Um novo modelo de robô, Cutie, é levado desmontado para a estação e lá montado para ser testado como controlador de foco do feixe de energia para a Terra. Só que para Cutie, que nunca conhecera a Terra, o mundo era só a estação. Usando a irretorquÃvel lógica de seu cérebro positrônico, prova cartesianamente que um ser sofisticado e eficiente como ele nunca poderia ter sido criado por primitivos humanos. Powell e Donovan têm que lidar com o problema enquanto uma perigosa tempestade de eletrons se aproxima.
4. Pegar o Coelho, a terceira aventura da dupla Powell e Donovan, onde conhecem Dave, um robô lider de um grupo de robôs, como se ele fosse o cérebro por tras de uma mão, e cada robô subordinado, um dedo. Dave apresenta comportamento estranho, quase neurótico, quando está sozinho com seus robôs-liderados, sem a presenca de humanos. Powell e Donovan têm que descobrir o motivo.
5. Mentiroso!. Para muitos, o melhor conto do livro. Nesse conto, que se passa em 2021, conhecemos com mais profundidade a famosa robopsicóloga Dra. Susan Calvin, da super-poderosa empresa U.S. Robôs e Homens Mecânicos, que tem que descobrir como e por que foi criado inadvertidamente Herbie, um robô capaz de ler pensamentos. Asimov desenvolve bem o personagem de Susan nesse conto.
6. Pobre Robô Perdido, outro conto com a Dra. Calvin, onde conhecemos Nestor, um robô que teve a Primeira Lei enfraquecida em seu cérebro positrônico, causando, como sempre, consequências não previstas, inclusive o fato inédito de robôs mentindo para humanos. Susan Calvin tem que resolver o problema.
7. Fuga!, uma aventura conjunta da Dra. Calvin e da dupla Powell e Donovan. Uma empresa concorrente da US Robôs oferece uma proposta irrecusavel. O super-computador robótico da US Robôs chamado Cérebro teria que resolver um problema que poderia ser a chave da propulsão interestelar. A US Robôs ganharia uma boa quantia mesmo que não resolvesse o problema; e, se resolvesse, lhe seria oferecida parceria na construção da máquina e mais 25% de todos os lucros para sempre. Uma oferta tentadora, exceto por um detalhe: ao tentar resolver o mesmo problema, o super-computador da concorrente quebrou. A quebra parece envolver de algum modo as Três Leis da Robótica. Susan Calvin é chamada para descobrir como o Cérebro pode ser usado nesse problema sem risco de sua destruição. E Powell e Donovan têm que fazer o trabalho sujo.
8. Prova, que se passa em 2032, também é protagonizado por Susan Calvin. Nesse conto vemos como os robôs comecam a mudar a vida social, econômica e até politica da Terra. Robôs humaniformes são quase indistinguÃveis de seres humanos. E vistos com desconfiança. Surge a suspeita de que um famoso jovem polÃtico é na verdade um robô. Susan Calvin é acionada para descobrir se é ou não.
9. O Conflito Evitável, em 2052, é o conto que fecha o livro. Nele descobrimos que as chamadas Máquinas, super-computadores robóticos, na prática governam a humanidade. Grupos fundamentalistas são contra as Máquinas, mas elas aparentemente estão levando a humanidade a uma Idade de Ouro em termos de padrão de vida e de solução de conflitos entre os humanos. Mas parece que as Máquinas estão agora cometendo erros. Isso pode fortalecer os grupos anti-Máquinas. Susan Calvin é chamada pelo Coordenador da Terra para resolver o problema. Como sempre, descobrimos que as Três Leis da Robótica estão envolvidas no mistério, cuja solução nos leva a fechar a última página no livro e ficar meditando sobre o que acabamos de ler. Passamos a ver o mundo de modo um pouco diferente.
Obs: Asimov usa um sistema interessante para dar nomes aos robôs em função de seus números de modelos, com exceção de Robbie (que é um apelido diminutivo de robô). Speedy é um SPD, Cutie é um QT, Herbie é um HB, Dave é um DV e Nestor, um NS.
As leis de Asimov:
1ª lei: um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por inacção, permitir que algum mal lhe aconteça.
2ª lei: um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, excepto quando estas contrariarem a primeira lei.
3ª lei: um robô deve proteger a sua integridade fÃsica, desde que com isto não contrarie as duas primeiras leis.
Mais tarde foi introduzida uma "lei zero":
Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal. Desse modo, o bem da humanidade é primordial ao dos indivÃduos.
*Isaac Asimov nasceu em um gueto (Petrovichi) da cidade russa de Smolensk no dia 02 de janeiro de 1920 . Foi com sua famÃlia para os EUA em 1923 sendo criado em Nova York no bairro do Brooklyn.
Ãbraços, luz e muita paz na sua vida
Cronologia no link abaixo:
http://www.din.uem.br/ia/a_correl/classicos/Pes...
1 year ago
in Fiel também é um bicho chato on BlogueIsso!
Uma boa madrugada!
Encontrei seu blog procurando por Asimov. Grata surpresa! No meu meio não conheço ninguém de corpo presente que conheça o trabalho dele. Nem sequer associam os trabalhos cinematográficos (O homem bicentenário, Eu, Robô!) a Isaac Asimov. É um problema, pois não tenho com quem falar acerca do trabalho dele e de robótica.
Meu blog tem o nome de "A Livreira" se tiver tempo e quiser visitar...
Também estou no orkut.
Procure pela A Fênix
Belo trabalho!
Abraços cordiais e muita luz e paz na sua vida!
A Fênix
Encontrei seu blog procurando por Asimov. Grata surpresa! No meu meio não conheço ninguém de corpo presente que conheça o trabalho dele. Nem sequer associam os trabalhos cinematográficos (O homem bicentenário, Eu, Robô!) a Isaac Asimov. É um problema, pois não tenho com quem falar acerca do trabalho dele e de robótica.
Meu blog tem o nome de "A Livreira" se tiver tempo e quiser visitar...
Também estou no orkut.
Procure pela A Fênix
Belo trabalho!
Abraços cordiais e muita luz e paz na sua vida!
A Fênix