<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Disqus - Latest Comments for heise</title><link>http://disqus.com/by/heise/</link><description></description><atom:link href="http://disqus.com/heise/comments.rss" rel="self"></atom:link><language>en</language><lastBuildDate>Fri, 04 Apr 2008 13:54:30 -0000</lastBuildDate><item><title>Re: Anjos do Capital</title><link>http://www.aprendendoempreendendo.com/2008/03/anjos-do-capital.html#comment-301834</link><description>&lt;p&gt;Este é um assunto que realmente vai longe. Tem as correntes que defendem este tipo de investimento como um propulsor para novos negócios e novas tecnologias e tem aqueles que são radicalmente contra ("este aqui é meu negócio, não quero nenhum 'capitalista' pondo a mão na minha cumbuca!").&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu, particularmente, acredito que esta é uma boa forma de se alavancar bons negócios. A coisa mais comum é o jovem, empreendedor, com energia de sobra e uma boa idéia na mão mas sem o mínimo de dinheiro para transformá-la num negócio "de verdade". Nesta hora o Angel Investor pode ter um papel fundamental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, acho que ainda temos muito que caminhar no Brasil com a cultura de investidores anjos. Uma coisa que tenho visto com uma certa frequência são relações desastradas: Tem os casos que o Daniel comentou do empreendedor que espera ajuda do investidor na operação e gerenciamento do negócio. Mas também é comum o investidor amador (aquele tio que recebeu um dinheiro da aposentadoria, o vizinho ex-diretor de uma multinacional que quer "diversificar seus investimentos", etc) que age como se estivesse emprestando o dinheiro, muitas vezes faz questão de "participar" da operação (sobre a qual ele, quase sempre, não tem a mínima idéia) e acabam surgindo problemas na relação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda existe uma terceira situação que é o jovem empreendedor que tem uma ótima idéia (normalmente este cara é um técnico talentoso em sua área) mas não tem a menor noção de gerir uma empresa, ou transformar sua "criação" em um "produto" para o mercado. Ele sabe fazer muito bem a sua parte técnica mas não conhece de marketing, vendas, finanças, logística. E aí o que a gente vê é uma boa oportunidade mas que fica patinando sem crescer. Tenho visto muitos casos com potencial e que ficam nesta situação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós na Yellow Box, com a intenção de ajudar os empreendedores que se encaixam neste último caso, estamos experimentando um modelo de incubadora onde existem três "partes": &amp;lt;empreendedor&amp;gt; + &amp;lt;investidor&amp;gt; + &amp;lt;management&amp;gt;. A Yellow Box incuba o projeto e ajudamos a formar um time para gerenciar. Também usamos a experiência dos sócios  (a maioria empreendedores também) e colocamos a mão na massa para ajudar a desenvolver a estratégia de entrada no mercado, minimizar possíveis riscos, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Num primeiro momento pode parecer uma dificuldade o empreendedor "aceitar" uma pessoa ou equipe que venham tocar junto o negócio. Tem que existir uma certa afinidade entre eles senão é difícil dar certo. Mas nós acreditamos que, quando se tem uma equipe neste formato, cada um concentra-se no que sabe fazer bem. O empreendedor se concentra na razão de existência do negócio, que é tornar o seu produto o melhor do mundo, enquanto o management se ocupa de fazer isto virar realidade colocando-o no mercado com sucesso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Claro, não é preciso dizer que o fundamental aqui será construir uma boa relação entre as pessoas. Sem isto, acho muito difícil dar certo. Enfim, ainda não sabemos quais serão os resultados pois estamos iniciando agora esta experiência e temos 2 projetos iniciais em andamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esperamos em breve começar a ter algumas histórias de sucesso para contar!&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Carlos Heise</dc:creator><pubDate>Fri, 04 Apr 2008 13:54:30 -0000</pubDate></item></channel></rss>